Notícias | 17.02.2011 | Marajó: misto de exposição e retrospectiva

Giovanni Gallo (1927-2003), o padre jesuíta italiano que se descobriu fotógrafo no Brasil, tem sua obra e vida em “Marajó de Giovanni Gallo”, misto de exposição e retrospectiva.

 

O projeto reúne 48 imagens que fizeram parte da pesquisa sociocultural do religioso na Ilha do Marajó (PA), entre as décadas de 1970 e 1980. Complementam a mostra documentos, textos jornalísticos, livros e objetos que recontam sua trajetória na região.

 

Em 1970, Giovanni Gallo foi ordenado para atuar no Brasil. Entusiasmado com as paisagens do país, o religioso desenvolveu o hobby de registrar em fotos as belezas naturais e os costumes da população. Na Ilha do Marajó, desdobrou sua pesquisa para a arqueologia, abordando as tribos indígenas que habitaram o local durante o período colonial.

 

Em Cachoeira de Arari, cidade de 17 mil habitantes, criou em 1983 o Museu do Marajó, uma entidade comunitária, para reunir o seu acervo.

 

A exposição integra a edição da revista PZZ sobre Giovanni Gallo e o tráfico da cerâmica marajoara. A ação tem patrocínio do Serviço Social do Comércio (Sesc-Pará) e apoio institucional do Museu do Marajó, do Museu Emílio Goeldi e da Secretaria de Estado de Cultura.

 

VISITE

Exposição “Marajó de Giovanni Gallo”. Abertura nesta quinta-feira (17), às 19h, no Centro Cultural Sesc Boulevard (Av. Boulevard Castilho França, nº 522/523). Entrada franca. (Diário do Pará)

Acervo do padre Giovanni Galo pode ser visitado no Sesc Boulevard (Foto: Divulgação)